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segunda-feira, 23 de março de 2015

Arqueologia e Mitologia Celta


Archaeology and Celtic Myth
an Exploration

John Waddell
Rhind Lectures - 2014


Entre os dias 25 e 27 a Royal Society of Antiquaries of Scottland celebrou as Rhind Lectures do ano 2014, que contarom com ponente com o Prof. John Waddell, catedrático emérito da National University


of Ireland - Galway, que desenrolara algumas das temáticos enfrentadas no seu último livro Archaeology and Celtic Myth.


Resume
Os arqueólogos que trabalham na Irlanda se enfrentam ocasionalmente com alguns desafios bastante incomuns. Aqueles que estudaram a arqueologia do célebre de Tara, por exemplo, tiveram


que enfrentar não apenas aos problemas interpretativos colocados por uma série de enigmáticas obras, mas também confrontados com uma série de monumentos e uma paisagem que suportar um peso extraordinário do mito e lenda.


Introduction - Dr Ann McSween



1 - Confronting Ancient Myth



2 - The Otherworld Hall on the Boyne



3 - In pursuit of the Otherworld



4 - The Horse Goddess



5 - The Goddess of Sovereignty



6 - Sacral Kingship



Vote of Thanks - Dr Katherine Forsyth




terça-feira, 10 de março de 2015

Um novo túmulo principesco descoberto


Descoberto em França um novo túmulo principesco do século V a. C


Desde outubro de 2014, uma equipa de arqueólogos do Inrap vem escavando com uma tumba principesca datada do início do século V a.C, dentro de um complexo funerário monumental excepcional em Lavau (Aube).


Tumba principesca excecional
No centro de um túmulo de 40 m de diâmetro, o falecido e seu carro no medio de uma vasta câmara funerária de 14 m², um das maiores registradas pelos arqueólogos para esta época do fim da Idade do Ferro (Hallstatt).


De acordo com o colapso dos níveis do túmulo, o túmulo contém depósitos funerários de uma riqueza digna das mais altas elites hallstatticas. Dispostos em um ângulo, os objetos mais ostentosos consistem de piscinas, uma cista de bronze cista (balde) com uma decoração acanalada cerâmica fina, e uma faca na sua bainha.


A peça central do depósito funerario é um caldeirão de bronze, de cerca de 1 m de diâmetro. Quatro assas circulares estão adornados com cabeças Acheloo deus-rio aqui representados com chifres, barbudo, com orelhas de touro e um bigode triplo. A borda do pote é decorado com oito cabeças de leões. A obra é grega ou etrusca.


No interior do caldeirão repousa um oinochoe cerâmico de figuras pretas no que apares Dionísio deitado sob uma videira enfrentado a uma personagem feminina. A representação seria uma cena do banquete, um tema recorrente na iconografia grega.


O lábio e ao pé do jarro são definidos com uma placa de ouro, destacada por uma decoração en fligrigna imitando meandros de água. Um serviço de bebida de origem greco-itálico que reflete as práticas de banquete das elites aristocráticas celtas.

Principados celtas e cidades-estados gregas e etruscas
O final do século VI e início do século V a.C, estsão marcados pelo desenvolvimento da atividade econômica das cidades-estados gregas e etruscas do Ocidente, especialmente Marselha. Em busca de


escravos, metais preciosos e mercadorias (incluindo âmbar), os comerciantes do Mediterrâneo entrar em contacto com as comunidades celtas continentais.


Aqueles que dominavam as vias naturais de comunicação, especialmente na área do interflúvio do Loira-Sena-Saona-Rin-Danúbio, beneficiam-se do tráfego e vêm suas elites adquirir muitos produtos


 de prestígio que os mais notáveis são encontrados enterrados em túmulos monumentais, como por exemplo Heuneburg e Hochdorf na Alemanha, Bourges, Vix em França e agora Lavau


Espaço funerario, Lugar de memória
A vocação funeraria deste site é remarcavel, incluindo a sua perduravilidade. As primeiras sepulturas de cremação e tumulos circulares delimitadas por fossos são criadas no final da Idade do Bronze (cerca de 1300-800 aC).


Sucede-lhes, durante a primeira Idade do Ferro, um guerreiro com sua espada de ferro e uma mulher adornada com pulseiras de bronze sólido. Por volta do 500 aC, as fossas de quase três metros de profundidade uniram em um único conjunto monumental estes monumentos antigos e a um tempo construe-se o tumulo principesco. 


Este espaço memorial ainda está em uso no período galo-romano: as valas do monte são conservados, os túmulos antigos ocupam agora o espaço.

O conhecimento dos principados celtas renovada
A escavação do túmulo de Lavau renova hoje em dia a pesquisa e o conhecimento do fenómeno principesco da primeira Idade do Ferro na Europa Ocidental. Melhor preservada que as túmbas de carro de Vix


 (Côte d'Or) e Hochdorf em Baden-Württemberg (Alemanha), a de Lavau hoje foi excavada por uma equipa interdiciplinar utilizando as mais recentes metodologias e técnicas desenvolvidas pelo já durante a escavação do túmulo de Warcq (Ardenas).

Fonte: Inrap


sábado, 7 de março de 2015

Poder, Comunidade e Genero no Noroeste - Livro


Relaciones de Poder en las Comunidades Protohistóricas del Noroeste

González Santana, M., Relaciones de poder en las comunidades protohistóricas del noroeste peninsular. Espacios sociales, prácticas cotidianas e identidades de género. Ediciones Trabe, Oviedo, 2013   ISBN:  978-84-8053-710-0
  
 

Sumario
Desde que Estrabão falasse dos habitantes das montanhas, muito tem-se dito ao respeito das comunidades sitas no norte hispano. Celtismo, indigenismo, igualitarismo, matriarcalismo e toda uma série de -ismos, surgidos ao albo do interesse que suscitavam e suscitam estas populações. 


O passo do tempo e o repouso de ideias favoreceram a aproximação de posturas, e com isso, a possibilidade de observar os benefícios que oferece o uso e análise de diferentes fontes. Com esta posta em comum, a autora tenta visualizar esse passado através da inclusão de conceitos tais como identidade, poder ou género.


O passo do tempo e o repouso de ideias favoreceram a aproximação de posturas, e com isso, a possibilidade de observar os benefícios que oferece o uso e análise de diferentes fontes. Com esta posta em comum, tentei visualizar esse passado através da inclusão de conceitos tais como identidade, poder ou género.


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+INFO no site de:  Edic. Trabe

sexta-feira, 6 de março de 2015

Redes e Arqueologia - JAMT Nº 22/1

Journal of Archaeological Method 

& Theory Nº 22/1 - 2015

   The Connected Past: critical and innovative approaches to networks in archaeology



INDEX

Networks in Archaeology: Phenomena, Abstraction, Representation
Anna Collar, Fiona Coward, Tom Brughmans, & Barbara J. Mills

Are Social Networks Survival Networks? An Example from the Late Pre-Hispanic US Southwest
Lewis Borck, Barbara J. Mills, Matthew A. Peeples, & Jeffery J. Clark

Understanding Inter-settlement Visibility in Iron Age and Roman Southern Spain with Exponential Random Graph Models for Visibility Networks
Tom Brughmans, Simon Keay, & Graeme Earl

Inferring Ancestral Pueblo Social Networks from Simulation in the Central Mesa Verde
Stefani A. Crabtree

Network Analysis of Archaeological Data from Hunter-Gatherers: Methodological Problems and Potential Solutions
Erik Gjesfjeld

Procurement and Distribution of Pre-Hispanic Mesoamerican Obsidian 900 BC–AD 1520: a Social Network Analysis
by Mark Golitko, & Gary M. Feinman

The Equifinality of Archaeological Networks: an Agent-Based Exploratory Lab Approach
by Shawn Graham, & Scott Weingart

Remotely Local: Ego-networks of Late Pre-colonial (AD 1000–1450) Saba, North-eastern Caribbean
by Angus A. A. Mol, Menno L. P. Hoogland, & Corinne L. Hofman

The Diffusion of Fired Bricks in Hellenistic Europe: A Similarity Network Analysis
by Per Östborn, & Henrik Gerding


Ir ao número da revista:  JAMT

domingo, 1 de março de 2015

Diccionario Oxford de Epigrafia Romana


Oxford Handbook of Roman Epigraphy

Bruun,C. & Edmondson, J., The Oxford Handbook of Roman Epigraphy. Oxford University Press, Oxford 2014. 928pp 
ISBN: 978-0-19-533646-7


Sinopse:
O Oxford Handbook of Roman Epigraphy é a coleção mais completa de estudos sobre a história de epigrafia latina produzido até à data. Mais que uma coleção de inscrições, porém, esse volume procura pressentar a matéria epigrafica e monstrar como os classicistas e historiadores antigos trabalham com estas fontes.


Para o efeito, os 35 capítulos, escritos por reputados pesquisadores em ascensão na história romana, clássicas, e epigrafia, cobrem tudo o eido desta materia, desde a tipografia à importância de inscrições


para a compreensão de muitos aspectos da cultura romana, como a vida pública, à escravidão, o papéis e vida das mulheres, dos militares ou a vida nas províncias.


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+INFO sobre o livro: Oxford Handb.Roman Epigraphy

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

TRAC 25 - 2015


25th Theoretical Roman Archaeology Conference

Quando: 27-29 Março
Onde:  Leicester


O 2015 marca o vigésimo quinto aniversário da primeira Theoretical Roman Archaeological Conference (TRAC). O TRAC 25 será terá lugar na Escola de Arqueologia e História Antiga da Universidade de Leicester entre os 27 a 29 Março de 2015.


Os distintos paneis do TRAC 2015 ocupam-se dos vários aspeto da atual teoria e pratica de campo da arqueologia romana especialmente em aquelas temáticas que estão a ser fruto de controvérsia, e discussão nos últimos anos em esta matéria.


Como de costume, o TRAC irá incluir uma sessão de pôster, mas este ano haverá também ronda de apresentações rapidas.


 Programa



+INFO no site do:  TRAC

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Emérita na Antiguidade Tardia - Congresso


Augusta Emerita y la Antigüedad Tardía

Quando: 13-14 Março
Onde:  Merida


O Seminário Internacional Augusta Emérita e a Antiguidade Tardia pretende ser um foro de reflexão e debate científico que vincule a todos os pesquisadores e especialistas que trabalharam e trabalham em torno dos séculos da Antiguidade Tardia na cidade de Mérida e na Lusitânia.


Novas propostas e hipóteses de trabalho sobre conhecidas problemáticas em torno de um período de máximo interesse para a cidade: a capitalidade de Emerita sobre as Hispânias como sede da


Diócesis Hispaniarum depois da reforma de Diocleciano; a consolidação do cristianismo e a mártir Santa Eulalia como vertebradora da nova fé; as transformações urbanísticas da cidade e o surgimiento dos edifícios religiosos como novos centros de culto


 Programa



+INFO no bloge do Congresso:  AEMA

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Ouro na Europa Céltica - Congresso


Iron Age gold in Celtic Europe  Society, technology and archaeometry

Quando: 11-14 Março
Onde:  Toulouse


O ouro da Idade do Ferro tem notável potencial de informação, pouco utilizado até agora. Constitui o metal precioso por excelencia. material de estudo privilegiado, tanto pela sua boa preservação e por apressentar vários aspectos relacionados, como às questões econômicas, sociais, simbólicas e tecnológicas que contribuem a aumentar o nosso conhecimento sobre os principais fenômenos culturais em que se inscreve o seu usso.


Este congresso tem como objetivo apresentar os resultados do projeto franco-alemão ANR / DFG Ouro do Hallstatt Ocidental (West Hallstatt Gold) co-dirigido por B. Armbruster (CNRS-TRACES) e E. Pernicka (Universidade de Heidelberg).


A originalidade deste projeto interdisciplinar é abordar, pela primeira vez, todos os objetos de ouro da primeira Idade do Ferro: desde a produção ao seu usso, da sua excavação e posta ao dia das ultimas pesquisas


Também tem como objetivo comparar estes resultados com os do resto dos colegas e especialistas europeus e propor assim um estado da investigação internacional sobre o ouro da Idade do Ferro na Europa Ocidental.


Nesta perspectiva, privilegiam-se as síntese ou comunicações baseada em abordagens inovadoras desenvolvidas pela área das ciencias humanas (arqueologia, antropologia social, arqueologia experimental, etno-arqueologia, história da tecnologia, a historiografia ...) assim como da ciência de materiais (arqueometria)


 Programa



+INFO no site de:   TRACES

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Astigi Vetus - Livro


ASTIGI VETUS

Rodríguez González, E., Astigi Vetus. Arqueología y urbanismo de la Écija turdetana (ss.VI-I a.C). La Ergastula. Madrid, 2015  234pp. ISBN: 978-84-16242-05-4


Desde o Archeoethnologica agrada-nos muito poder anunciar que já saiu do prelo o livro Astigi Vetus. Arqueología y urbanismo de la Écija turdetanada do qual é autora a nossa colega e antiga companheira de excavações em Ampurias Esther Rodríguez González, baseado na que fora o seu trabalho de fim de master sobre o habitat proto-histórico desta cidade turdetana


Sumario
O estudo e análise correspondente aos níveis turdetanos registados nos diferentes assentamentos do Vale do Guadalquivir, permaneceu em um segundo plano ante a importância que a presença romana possui nestes territórios.


Esta situação detecta-se no caso astigitano onde, os estudos a respeito dos restos que pertenceram à Colonia Augusta Assina Astigi, prevaleceram sobre os vestígios proto-históricos e inclusive medievais

Com a intenção de encher esse vazio concebe-se a obra dentro da qual se recolhem os resultados de um total de 21 intervenções arqueológicas realizadas no nucleo urbano de Écija, através das quais, pode-se delimitar a extensão da sua ocupação protohistórica e a localização de algumas das suas áreas funcionais; recheando desse modo um pequeno oco na arqueologia proto-histórica das Campinas andaluzas.


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+INFO sobre o livro:  Astigi Vetus

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Senados e Decuriões no Ocidente - Livro


Senados Municipales y Decuriones en el Occidente Romano

Melchor Gil, E., Pérez Zurita, A.D & Rodríguez Neila, J.F., Senados municipales y decuriones en el Occidente romano. Univ. de Sevilla & Univ. de Cordoba. Sevilha, 2013  ISBN: 978-84-472-1480-8


Sumario
Esta monografia coletiva aborda o estudo dos senados municipais como principais órgãos políticos da administração municipal romana e instituições de governo das cidades do Ocidente romano.


Igualmente, ocupa-se de estudar aos decuriões, grupo social que fez parte e assumiu o controlo destas instituições, exercendo o seu poder político e dirigindo a vida das numerosas comunidades cívicas do Império romano 


Nele se recolhem dezanove trabalhos agrupados em quatro blocos temáticos. No primeiro analisa-se o senado e os senatores em Roma como modelo a imitar. No segundo estudam-se algumas das principais fontes jurídicas e epigráicas existentes sobre senados municipais e decuriões.


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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Anejos de Nailos Nº 2 - 2015


ANEJOS DE NAILOS 2 
  
Francisco Jordá Cerdá (1914-2004). Maestro de Prehistoriadores



David Álvarez-Alonso, D. & Fernández de Córdoba Pérez, J.A., Francisco Jordá Cerdá (1914-2004). Maestro de Prehistoriadores. Oviedo, Museo Arqueológico de Asturias 12 y 13 de septiembre, 31 de octubre y 1 de noviembre de 2014. Anejos de Nailos Nº2, 2015.  305 pp



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Ir ao número de:  Anejos de Nailos

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Têxtiles na Idade do Bronze e no Ferro

Textiles   (âge du Bronze et premier âge du Fer)

Quando: 6 Março
Onde:  Saint-Germain-en-Laye


O dia temático da Associação para a Promoção da Investigação sobre a Idade do Bronze (APRAB) será dedicado este ano ao tema dos têxtiles na Idade do Bronze e a primeria Idade do Ferro. As jornadas decorreram a sexta-feira 6 março, no Museu Nacional de Antiguidades de Saint-Germain-en-Laye


A Participação é livre e gratuita, no entanto, tendo em conta as novas medidas de segurança postas em prática por prevenção do terrorismo os participantes serão registrados na porta antes de entrar no museu e deberam deixar a sua bulsa (de ha levar)


 Programa



sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Identidades no Mediterrâneo Antigo


DIALOGO DE IDENTIDADES

Tortosa, T., Diálogo de identidades: bajo el prisma de las manifestaciones religiosas en el ámbito mediterráneo (s. III a.C. - s. I d.C.). Anejos de AEspA LXXII. CSIC, Madrid. 2014 309pp. ISBN: 978-84-00-09855-1


Sinopse
Esta obra tem como objetivo os diálogo dos diferentes modelos ibericos do sudeste e a alta Andaluzia no período comprendido entre os s. III a.C e I. dC Os autores mergulham-se no ambiente social desses modelos, ou seja, nos elementos que aportam sentido coletivo a essas comunidades e estão vinculadas ligadas a conceitos como auto-representação, auto-consciência de pertencer a um grupo determinado ou a memória coletiva.


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+INFO sobre o livro:  Dialogo de Identidades